terça-feira, 29 de março de 2011

Rondônia que os Rondonienses não conhecem!

A usina que explodiu
Esqueça a revolta das hidrelétricas no Rio Madeira. O verdadeiro drama das obras em Rondônia é o surto de mães solteiras, o aumento do uso de drogas, os hospitais lotados...
ALine Moraes (texto) e Rogério Cassimiro (fotos), de Jaci-Paraná, Rondônia

Rogerio Cassimiro
VANDALISMO
O canteiro de obras da hidrelétrica de Jirau após a revolta que paralisou a maior obra do PAC. Milhares de operários fugiram para as cidades vizinhas

Quando o governo anunciou a construção das hidrelétricas do Rio Madeira, nos arredores de Porto Velho, capital de Rondônia, a cidade vibrou. Pelas ruas empoeiradas, dezenas de carros circulavam com adesivos azuis nos vidros estampando dizeres autoexplicativos: “Usinas já”. Os moradores da pouco abastada Porto Velho vislumbraram nas obras a possibilidade de novos empregos, geração de renda, crescimento econômico. “Os olhos das pessoas brilharam”, afirma Tania Garcia Santiago, promotora do Ministério Público estadual. E essa profecia se realizou. Os empreendimentos já atraíram para a região mais de 3.500 empresas. Com elas, a arrecadação de impostos da prefeitura saltou de R$ 340 mil para R$ 2,5 milhões – quase oito vezes mais – em apenas quatro anos. Neste momento, há 200 prédios sendo erguidos na capital. O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) injetou R$ 1 bilhão em infraestrutura no Estado.

Há duas semanas, porém, o país foi apresentado à outra face do impacto das obras em Rondônia. Uma rebelião em uma das obras, a de Jirau, aterrorizou o Estado. Um grupo de vândalos ateou fogo no canteiro de obras e arrasou boa parte da infraestrutura de construção. Segundo uma primeira versão, a desordem foi provocada pela revolta de trabalhadores com a falta de pagamento de horas extras e até castigos físicos. Outra hipótese investigada pelo Ministério Público é de disputa entre sindicatos. Em meio à confusão, parte dos 22 mil operários fugiu – andando às vezes mais de 30 quilômetros – para as cidades vizinhas. Na sexta-feira, o cenário era de pós-guerra. Sob os escombros, quase nenhum indício de que ali funcionava a maior obra do PAC. Tropas da Força Nacional de Segurança faziam vigília, e os operários voltaram para casa. “A população ficou assustada. Eles estão percebendo que as usinas não trazem só progresso”, diz Tania.

Embora grave, a questão trabalhista é apenas uma pequena fração dos problemas da região. Muitos já existiam, mas vêm se agravando desde 2008, data do início dos projetos. De lá para cá, cerca de 45 mil pessoas migraram para Porto Velho em busca de oportunidades. A população da cidade cresceu em pelo menos 30%. A violência explodiu. O trânsito ficou caótico (cerca de 1.500 carros são emplacados por mês). Os serviços da rede pública ficaram ainda mais saturados. A média de espera por uma internação é de 40 dias. Na recepção do principal pronto-socorro de Porto Velho há doentes deitados debaixo de macas porque não existe sequer chão livre. Na última semana, dois homens se esticavam ali sobre pedaços de papelão. Quem tem um pouco mais de dinheiro compra o próprio colchão. Em vários aspectos, a promessa do Eldorado trouxe mais miséria.

Não é que as obras fossem dispensáveis. Juntas, as hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio vão gerar energia suficiente para abastecer cerca de 23 milhões de casas – é quase a metade do que Itaipu pode gerar. O Brasil precisa, e muito, dessa energia para sustentar seu crescimento (e diminuir o risco de apagões). Mas o sistema de precificação do setor elétrico brasileiro apressa essas construções. Com prazo apertado para gerar energia, os empreendedores precisam colocar as máquinas nos canteiros quanto antes. “Ainda estamos vivendo no modelo antigo, sem planejamento e intervenção antecipados às obras”, afirma Mario Monzoni, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV). “É um problema sistêmico, crônico, que não se resume a esses empreendedores.” A solução seria chegar adiantado. Preparar os municípios para receber as grandes obras.

Não faltam críticos para dizer que a Amazônia não deveria abrigar obras desse porte. “O custo de oportunidades, se comparado com a energia produzida, é um absurdo”, diz Roland Widmer, coordenador do Programa Eco-Finanças da organização ambiental Amigos da Terra – Amazônia Brasileira. “Essas usinas não fazem sentido econômico.” A conta, diz Widmer, tem de incluir os impactos para a floresta e para as populações locais.

Em pouco mais de três anos, 45 mil pessoas migraram para Porto Velho. A violência saiu do controle

Marcada no passado pelos ciclos da borracha e do garimpo de ouro, a Rondônia futura será reflexo do ciclo econômico concebido pelas hidrelétricas do Madeira. Teremos uma geração inteira de filhos das usinas, convivendo com as inclemências e os lucros do progresso. As obras não deixam herdeiros só no sentido figurado. Elas geram também filhos de carne e osso. Está havendo, segundo profissionais da área de saúde, um aumento expressivo do número de mães solteiras. Especialmente jovens e adolescentes. Com o aquecimento econômico, as mães dessas garotas arrumaram emprego. Ótima notícia. Mas isso implica mais filhas longe dos olhos das mães, em uma vizinhança inflada de homens que chegaram para buscar trabalho. “As adolescentes estão mais vulneráveis”, afirma Ida Peréa, médica e diretora da maternidade municipal de Porto Velho. “O que está aumentando é a primeira gravidez. Não nos preparamos para esse crescimento gigantesco.”

Quando a maternidade foi inaugurada, em 2006, os partos de meninas de 10 a 19 anos representavam 28% do total. Uma taxa alta, diante dos Estados Unidos (6%), do Japão (1,3%) ou mesmo da média brasileira (23%). Depois de três anos de trabalho, muita campanha e conversa, esse índice chegou a 25% em março de 2010. Ida e a equipe comemoram. Um ano depois, no pico das obras com seus quase 40 mil homens, a estatística pulou para 33%. “É muita coisa. E a idade das meninas grávidas está caindo”, diz ela. A garota Jusivânia Oliveira dos Santos é uma das novas mães. Quando tinha 16 anos, engravidou de um garoto de Mato Grosso cuja família foi para Rondônia atrás de emprego na usina. O rapaz foi embora quando ela ainda estava com o bebê na barriga. Eles nunca mais se encontraram. “A gente se fala pela internet uma vez por mês”, diz Jusivânia. “No começo, eu ficava triste porque ele nem perguntava do filho. Agora me acostumei.”

A notícia do dinheiro farto chegou não só aos brasileiros de outros Estados. Tem chamado a atenção de estrangeiros. Há boatos de coiotes trazendo imigrantes da Bolívia, vizinha de Porto Velho. Os rumores de que Rondônia teria se transformado na capital das oportunidades alcançaram até o Haiti, devastado por um forte terremoto há pouco mais de um ano. No começo de março, 108 haitianos chegaram a Porto Velho para reerguer suas vidas. Jean Pierre Vivendieu, de 32 anos, é um deles. Tão logo ocorreu o tremor, ele traçou uma estratégia: juntar dinheiro para chegar ao Brasil. De avião, partiu para a República Dominicana, Panamá e depois Equador. Na América Latina, completou o trajeto de ônibus até o Peru, Acre, Brasília e, por fim, Rondônia. De um grupo de mais de 100, Vivendieu é um dos cinco que até a semana passada ainda não tinham emprego. “Quero trabalhar para ir buscar minha noiva”, diz.

Rogerio Cassimiro
ADAPTAÇÃO
Jusivânia Oliveira dos Santos, de 16 anos, e seu filho, Walace, em frente ao Rio Madeira. O pai da criança voltou para casa

Por natureza, a região de Porto Velho não é dos lugares mais seguros. A capital fica a pouco mais de 350 quilômetros da Bolívia. A cidade de Guajará-Mirim, a última em terras brasileiras, é um possível ponto de entrada de drogas no país. A estrada que liga ambas, a BR-364, abriga uma prisão federal de segurança máxima. Ali estão detidos Elias Maluco, mandante do assassinato do jornalista Tim Lopes, no Rio de Janeiro, e os envolvidos na invasão do Hotel Intercontinental em São Conrado, Zona Sul do Rio. Com baixo desenvolvimento socioeconômico, é um ambiente propício ao crime. Mais gente, num ambiente assim, fez a violência crescer. Os moradores reclamam de não mais poder sair de casa sem trancar as portas. O consumo de bebidas e drogas subiu. O número de homicídios em Porto Velho aumentou 44% entre 2008 e 2010. Os casos de estupro em Rondônia cresceram 76,5% no mesmo período. A quantidade de crianças e adolescentes vítimas de abuso ou exploração sexual foi 18% maior.

   Reprodução   Reprodução

A vila de Jaci-Paraná, a caminho da hidrelétrica do Jirau, é um dos locais mais afetados. Antes do quebra-quebra de duas semanas atrás, os funcionários ocupavam as ruas esburacadas de Jaci em busca de algum lazer. Os botecos – muitas vezes fachadas para prostíbulos – agora estão esvaziados. “As p... estão de férias”, diz um taxista. “Em dia de pagamento, isso ferve. É brega (casa de prostituição) para todo lado.” Assim como os trabalhadores, as prostitutas chegam de vários lugares. Antes das obras, Jaci-Paraná tinha 4 mil moradores. Era uma cidadela tranquila, a maioria se conhecia pelo nome. Agora tem mais de 16 mil pessoas.

A pouco menos de 20 minutos dali, a realidade muda completamente. O lugarejo de Nova Mutum foi construído pela Energia Sustentável do Brasil (Enersus), consórcio responsável pela usina de Jirau, para receber os desalojados de uma localidade próxima que vai ser alagada pelo reservatório. É quase um Alphaville amazônico. Planejada, Nova Mutum tem imóveis de alvenaria, saneamento básico, água enca-nada. Lá, vivem funcionários da obra e 160 famílias que optaram por ganhar uma casa e um terreno para colocar a horta, em vez de indenização. Nova Mutum é a prova de que os impactos de uma obra gigantesca podem, sim, ser mitigados. O custo total, porém, ficaria maior – pelo menos no primeiro momento. No longo prazo, uma região desenvolvida pode produzir riqueza, em vez de espalhar miséria.

Ter lado a lado dois exemplos de cidade tão contrastantes é uma aula viva para futuras obras. “Melhorar as condições em Jaci-Paraná não daria o marketing necessário”, afirma Pedro Wagner Almeida Pereira Júnior, promotor do Ministério Público Estadual. “Então eles resolveram construir uma cidade nova.” A Enersus diz ter cumprido todas as medidas exigidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) antes de começar a hidrelétrica. “Fizemos uma série de investimentos em Jaci”, diz Victor Paranhos, presidente do consórcio. “E desde o início avisamos as autoridades sobre os problemas. Mas não cabe a nós acabar com as drogas e a prostituição.” (Procurado por ÉPOCA, o Ibama não se pronunciou.) As duas hidrelétricas vão alagar uma área próxima de 600 quilômetros quadrados. É menos de um terço do tamanho da cidade de São Paulo. Não é muito, comparado aos reservatórios de usinas construídas no passado (Tucuruí, inaugurada nos anos 80 no Pará, inundou quase 3.000 quilômetros quadrados). A redução dos reservatórios é possível graças à tecnologia de fio d’água, um avanço na engenharia. Mesmo assim, há problemas. Nas margens afetadas vivem cerca de 2.300 famílias. Estão ali há anos, próximas da floresta, de suas plantações e de igarapés. É um modo de vida singular – e difícil de ser reproduzido. Em muitas casas, o rio passava próximo ao quintal. O contato com o verde se dava em tempo integral. Há muitos relatos de moradores sobre a tristeza vinda com a mudança. Eles dizem que alguns idosos caíram em depressão. Uns foram embora. Outros morreram.

Para os pescadores, a obra representou uma dificuldade inédita. Segundo os ribeirinhos, o vaivém de barcos e a própria obra estão alterando os hábitos dos peixes. A pescadora Cecília de Lima, de 50 anos, vive com o marido, também pescador, em Jaci. Antes da chegada das máquinas, eles tiravam cerca de R$ 200 por pescaria. Na semana passada, o casal voltava para casa com um isopor minguado depois de pescar mais de 12 horas. “Pegamos uns R$ 50 e gastamos R$ 35 com combustível e gelo”, ela diz. “Antigamente era muito peixe. A gente mandava era peixe para fora daqui.” Eles terão em breve de deixar sua casa, avaliada pelo consórcio Santo Antônio Energia, responsável pela obra da usina Santo Antônio, em R$ 70 mil. A proposta da empresa, de acordo com Cecília, é dar uma moradia nova mais R$ 9 mil pelas benfeitorias do terreno, alguns pés de frutas que ela cultiva no quintal. “Esse povo veio acabar com a nossa paz, com a nossa vida”, afirma Cecília. As empresas dizem que, à medida do possível, tentam realocar essas famílias de pescadores mais próximo do rio.

Rogerio Cassimiro
ESCASSEZ
Antonio Chavier e Cecília de Lima, casal de pescadores da região. Eles culpam as obras pela falta de peixes

É difícil agradar a todos. O grande desafio das usinas, fora os prazos apertados para a geração de energia, é obter uma licença social para ocupar aquele espaço. As empresas têm uma quantidade enorme de projetos para minimizar os impactos socioambientais: para retirar famílias, construir vilas, melhorar serviços públicos, aumentar escolas, presídios, delegacias. Juntos, os consórcios Enersus e Santo An-tônio vão investir R$ 2,5 bilhões em medidas compensatórias – quase 10% do valor total dos empreendimentos. Quase tudo já está destinado, mas as obras começaram depois do início das hidrelétricas. “O problema foi a falta de preparação da cidade”, afirma o promotor Hildon de Lima Chaves, do Ministério Público Estadual.

A história das hidrelétricas no Brasil é pontuada por pelo menos três fases. A primeira é das grandes obras construídas pelos militares da ditadura, num período em que o governo federal queria levar desenvolvimento a qualquer custo para a Região Norte. A segunda é a era dos licenciamentos. A legislação obrigou as empresas a dar satisfações à sociedade e cumprir uma série de exigências. Agora é a vez das regras do mercado. Os investidores, principalmente os estrangeiros, voltam-se para suas carteiras com olhar crítico. Todo mundo procura fontes de energia limpa, e as hidrelétricas são uma das melhores opções, inclusive para fazer a vida dos moradores locais melhorar. “Vamos deixar para a região mão de obra qualificada, desenvolvimento. Se você visse Porto Velho antes, ia entender a transformação”, afirma Carlos Hugo Annes de Araújo, diretor de sustentabilidade da Santo Antônio Energia. Mas, para isso, é preciso haver preocupação com a pós-construção: com a defesa da floresta e das pessoas que já viviam lá. Num país tão necessitado de obras como as do Rio Madeira – e como a futura usina de Belo Monte, no Pará –, é essencial voltar os olhos para a região de Porto Velho. É essencial conversar com a pescadora Cecília de Lima, com a médica Ida Peréa, com a jovem mãe solteira Jusivânia dos Santos.


Acessem:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI221328-15223,00.html

Desabafo de uma consumidora! (Qualquer semelhança é mera coincidência alias! hahaha)



Recebi hoje por e-mail! Tinha que postar! hahaha

"Querida Arezzo, Eu sempre fui uma boa cliente para você. Apesar das vendedoras esnobes, dos preços absurdos e das campanhas publicitárias cafonas, eu sabia que valia a pena comprar os seus sapatinhos. Ao longo de todos esses anos, foram pelo menos umas 20 sapatilhas, mais scarpins e sandálias e até uma rasteirinha – a única que eu tenho, imagine, logo eu que não uso rasteirinha! Tudo bem, eu sei que não é muito e que tem gente que compra bem mais que eu, mas eu sou uma jornalista pobrinha; se levar em consideração a despesa em relação ao salário, olha, eu fui muito legal com você. Aí um dia, eu comprei aquele scarpin de “couro” (cof, cof) preto. Salto alto. Plataforma. Eu fico com mais de 1,80m com ele, Arezzo! Tão bonito, tão confortável. Como (quase) tudo que você faz. Justamente por ele me deixar tão alta, usei pouco; guardei essa preciosidade de R$ 270,00 para ocasiões especiais – principalmente quando elas envolviam também o uso do meu vestidinho lindo da Saad. Comprei o pequenino há dois anos. Usei cinco vezes, e poderia citar todas elas aqui. Durante todo esse tempo, ele ficou guardado no saquinho dele, na caixinha dele. Como muitos outros sapatos lindos queeu tenho, sabe? Mas tem uma diferença entre os meus sapatos lindos e o seu scarpin. Sabe qual? Eles não se desmancharam. Pois é, Arezzo. Você sai por aí vendendo sapatos que são supostamente de couro (afinal, por esse preço!) e, depois de serem usados cinco vezes, eles desmancham, revelando um tecido vagabundo pintado de tinta texturizada para imitar couro. O sapateiro riu de mim. Riu. Eu achei que você fosse me explicar isso, que fosse passar a mão na minha cabeça, dizer que pedia desculpas e que isso não aconteceria mais, que foi um erro, mas o que você fez? Me esnobou. “Não nosresponsabilizamos por sapatos comprados há mais de três meses.” Como assim, Arezzo? Eu tenho sapatos Topshop, Sommer, tenho até Melissas guardadas há mais tempo do que guardei esse scarpin, e sapatos usados muito mais vezes que esse scarpin e que não se desmancharam! É por isso, Arezzo, que eu quero que você vá se danar. Sabe o que eu fiz hoje? Eu comprei um scarpin seu. No Paraguai. Por R$ 40,00. Ok, deve ter algum pequeno defeito, mas se é pra se desmanchar mesmo, né? Que seja a preço de pano pintado. Se é como lixo que você vai me tratar, então é assim que vai funcionar. E prepare-se, porque eu vou espalhar essa história e ainda contar para todas as pessoas que eu conheço que tem Arezzo no Paraguai a preço de Moleca. Aliás, nem a minha Moleca se desmanchou como a porcaria do seu scarpin. Então, é isso. Passe bem com as suas vendedoras esnobes, suas sapatrocidades cor de caneta marca-texto e seus sapatos de pano mentirosos. A mim, você não engana mais." Atenciosamente, Fabiane Ariello Foz do Iguaçu, PR, Brazil Jornalista, tradutora, revisora e escritora.

quinta-feira, 24 de março de 2011


"Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, 100 casais planejam ter filhos!

Para cada corrupto, existem 8 mil doadores de sangue!

Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alumínio já são recicladas no Brasil!

Para cada tanque de guerra fabricado no mundo, são feitos 131 mil ursos de pelúcia!

Na internet AMOR tem mais resultado do que MEDO!

Para cada bolsa de valores que despenca, há 10 versões de “What a Wonderful World”.

Para cada muro que existe, há 200 mil tapetes de bem-vindo.

Para cada arma que vendem no mundo, 20 mil pessoas compartilham uma coca-cola.

Existem razões para acreditar em um mundo melhor."

http://www.youtube.com/watch?v=Zvlt01CfheA&feature=related

ACREDITE!


Fonte: Propaganda da Coca-cola alusiva aos seus 125 anos!

terça-feira, 27 de janeiro de 2009


Vida diferente, pessoas diferentes.. e por ai vai..


;) sem saco pra isso aqui..


quarta-feira, 19 de novembro de 2008




"Te amaria outra vez


Se visse você partir


Te amaria outra vez


Se tivesse que te buscar


Te amaria outra vez


Te ouviria outra vez


Te escreveria outra vez


Longas cartas


De uma eterna namorada


Te ligaria outra vez


Te acordaria outra vez


Pra conversar durante


Toda a madrugada


Te amaria outra vez


Se visse você chegar


Te amaria outra vez


Se olhasse no teu olhar


Te amaria outra vez"


"..Entra na minha vida

Mexe com minha estrutura

Sara todas as feridas

Me ensina a ter Santidade

Quero amar somente a Ti

Porque o Senhor é o meu bem maior

Faz um Milagre em mim!!!"


http://br.youtube.com/watch?v=QltGw4u9l3k&feature=related

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

"Ah! Se o mundo inteiro me pudesse ouvir
Tenho muito pra contar
Dizer que aprendi
E na vida a gente tem que entender

que um nasce pra sofrer
enquanto o outro ri!
Mas quem sofre sempre tem que procurar
Pelo menos vir a achar
Razão para viver
Ver na vida algum motivo pra sonhar
Ter um sonho todo azul
Azul da cor do mar.."







http://br.youtube.com/watch?v=uEZmzzTWe2Q








e a vida vai dando o troco as pesssoas..ne?!

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Absurdo ver como o a mídia tem o poder de manipulaçao da cabeça do ser humano, exemplo disso é a expansão de vídeos de uma espécie de "guerra psicológica" travada entre policiais e criminosos.
Talvez uma maneira de policiais mostrarem a população o poder das grandes gangues no País? ou uma afronta de criminosos para "conscientizar" a população que o tráfego vem lá de cima ( policiais)?!
resposta contraditoria e ao mesmo tempo subliminar essa que só os fim dos dias vai nos dizer..

sensacionalismo ou não, a realidade vem de ambas as partes, pais de familias destruindo lares deles próprios enquanto o mundo pede socorro!

será esse o tão falado começo do Apocalispe?!

http://www.youtube.com/watch?v=vp0XxAFiXJ4

guerra psicológica perigosa, que embora saiam das duas partes, a realidade é CONTUNDENTE!


♫"Eu to aqui e agora? cade vocêeeee!?"♫



entendo hj que Deus da o que agente realmente merece, independente de ser o que queremos.
Felicidade é algo incomparavel.!



To feliz, em paz, porém vazia, preciso ainda mais de Deus!


que todo engano vá pra longe de nossos corações!

" ..e não nos deixei cair em tentação, mas livrai-nos de TODO mal. Amém!"
;)














“[...]comece a corrigir os preconceitos do mundo deixando de achar sobre os outros e procurando quem sabe, conhece-los, ao invés de formular um opinião sobre aquela pessoa, dê-se o trabalho de uma primeira pergunta: quem é você mesmo? Quem é seu nome?”

[Além das aparências - Pe. Fábio de Melo]

http://br.youtube.com/watch?v=cGrHIS9NQAg&feature=related

quarta-feira, 5 de novembro de 2008


“[...]cada vez q você se pega pensando nas mágoas que guardou, nos desaforo q você recebeu, você esta legitimando o poder dos inimigos dentro de você, ai você sofre dobrado. Pra que ficar Ressentindo? A palavra já diz: é sentir denovo.

Já não valeu a pena no momento q sentiu e você continua ressentindo?!.

Se você chegou à conclusão q não da certo, não tem jeito, q o melhor pra vocÊ é ficar longe da outra pessoa, respeite essa regra que você descobriu, ás vezes uma pessoa nos faz mais bem no momento que ela está longe, e isso é natural agente reconhecer, você continua respeitando aquela pessoa, mas você decidiu q ela não faz mais parte da sua vida, e você não permite mais que a situação que antes te desagradava já não te desagrada mais.!”

[Perdoar e esquecer - Pe. Fábio de Melo]

i foi essa a minha decisão hoje! depois de 2 anos!